Edson Campos nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Apreciava desenho e pintura desde a infância. É um artista inteiramente autodidata. Mudou-se para os Estados Unidos em 1976, onde rapidamente estabeleceu-se como um artista do mais alto calibre. Exibiu seus desenhos e pinturas pelas maiores cidades daquele país, ganhando vários prêmios. Seu trabalho sofisticado também conquistou grande popularidade
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Antônio Parreiras
Antônio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, 20 de janeiro de 1860 – Niterói, ? de outubro de 1937) foi um pintor, desenhista, ilustrador, escritor e professor brasileiro.
Ingressou em 1882, aos 22 anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, que abandonou em 1884 para frequentar o curso livre de pintura do professor alemão Georg Grimm. Com a viagem de seu mestre para o interior do Brasil, continuou os seus estudos de forma autodidata em 1885.
Viajou para a Europa em 1888, aperfeiçoando suas técnicas na Accademia di Belle Arti di Venezia, na Itália.
De volta ao Brasil em 1890, participou da Exposição Geral de Belas Artes no Rio de Janeiro. No mesmo ano tornou-se professor de pintura de paisagens na Escola Nacional de Belas Artes. Seguindo os ensinamentos de Grimm, levou os seus alunos para pintar ao ar livre, expondo esses trabalhos em 1892.
Iniciou estudos ao ar livre nas matas de Teresópolis, sintetizados na tela Sertanejas. Tendo recebido encomendas para pintar episódios históricos, a partir de 1899 realizou vários trabalhos para palácios do governo, como a Alegoria a Apollo e às Deusas das Horas de 1925 no teto do salão nobre do Palácio da Liberdade em Belo Horizonte. Entre seus trabalhos históricos destacam-se a Conquista do Amazonas e Lembrança da visita de Oscar I, rei da Suécia e Noruega. Além dessa vertente, dedicou-se paralelamente aos nus femininos, que pintava com grande sensualidade, como pode ser apreciado em Flor brasileira, Fantasia e Frinéia.
Artista da belle époque, em 1925 foi considerado o pintor mais popular do país. Publicou a sua autobiografia em 1926 (História de um Pintor contada por ele mesmo), com isso ingressando na Academia Fluminense de Letras.
Participou em 1933 das exposições comemorativas do Jubileu Artístico em São Paulo e em Niterói, onde veio a falecer em 1937. O seu ateliê foi transformado, em 1941, no Museu Antônio Parreiras.
Zumbi
A conquista do Amazonas - detalhe
Fantasia
A conquista do Amazonas
A morte de Virgínia
A morte do bandeirante
Siesta
Dolorida
Fim de romance
Fundação de S Paulo
Praia em Cabo Frio
Trecho de mar e rochedo na Praia Vermelha
Trecho de praia no litoral de Icaraí
Trecho de praia no litoral em São Domingos
Ventania
Vista da Pedra de Itapuca, Icaraí
Ingressou em 1882, aos 22 anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, que abandonou em 1884 para frequentar o curso livre de pintura do professor alemão Georg Grimm. Com a viagem de seu mestre para o interior do Brasil, continuou os seus estudos de forma autodidata em 1885.
Viajou para a Europa em 1888, aperfeiçoando suas técnicas na Accademia di Belle Arti di Venezia, na Itália.
De volta ao Brasil em 1890, participou da Exposição Geral de Belas Artes no Rio de Janeiro. No mesmo ano tornou-se professor de pintura de paisagens na Escola Nacional de Belas Artes. Seguindo os ensinamentos de Grimm, levou os seus alunos para pintar ao ar livre, expondo esses trabalhos em 1892.
Iniciou estudos ao ar livre nas matas de Teresópolis, sintetizados na tela Sertanejas. Tendo recebido encomendas para pintar episódios históricos, a partir de 1899 realizou vários trabalhos para palácios do governo, como a Alegoria a Apollo e às Deusas das Horas de 1925 no teto do salão nobre do Palácio da Liberdade em Belo Horizonte. Entre seus trabalhos históricos destacam-se a Conquista do Amazonas e Lembrança da visita de Oscar I, rei da Suécia e Noruega. Além dessa vertente, dedicou-se paralelamente aos nus femininos, que pintava com grande sensualidade, como pode ser apreciado em Flor brasileira, Fantasia e Frinéia.
Artista da belle époque, em 1925 foi considerado o pintor mais popular do país. Publicou a sua autobiografia em 1926 (História de um Pintor contada por ele mesmo), com isso ingressando na Academia Fluminense de Letras.
Participou em 1933 das exposições comemorativas do Jubileu Artístico em São Paulo e em Niterói, onde veio a falecer em 1937. O seu ateliê foi transformado, em 1941, no Museu Antônio Parreiras.
Zumbi
A conquista do Amazonas - detalhe
Fantasia
A conquista do Amazonas
A morte de Virgínia
A morte do bandeirante
Siesta
Dolorida
Fim de romance
Fundação de S Paulo
Praia em Cabo Frio
Trecho de mar e rochedo na Praia Vermelha
Trecho de praia no litoral de Icaraí
Trecho de praia no litoral em São Domingos
Ventania
Vista da Pedra de Itapuca, Icaraí
Paulo de Carvalho
Paulo de Carvalho nasceu em Petrópolis, em 1958. Dá pra entender porque o cenário está presente em sua obra, já faz parte de sua retina desde sempre. Foi instruído por Mário Antônio Couceiro, Georgina Meyer e Aloísio Carvão e se bacharelou em pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro
A travessura
O gulosinho
O pião
Carneiros
Praia de Botafogo, sec XIX
Praia de Copacabana, final do sec XIX
Rio antigo
Rio antigo
Vista do Rio de Janeiro
Lavadeira, meados do séc XIX
Ressaca na Glória, Rio de Janeiro
Vista do Soberbo, Teresópolis
Porto de Santos, final do sec XIX
A travessura
O gulosinho
O pião
Carneiros
Praia de Botafogo, sec XIX
Praia de Copacabana, final do sec XIX
Rio antigo
Rio antigo
Vista do Rio de Janeiro
Lavadeira, meados do séc XIX
Ressaca na Glória, Rio de Janeiro
Vista do Soberbo, Teresópolis
Porto de Santos, final do sec XIX
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